Fazia tempo que estava com esse projetinho na cabeça. Mas sabe como é… São tantas coisas pra fazer que acabou passando. Coloquei ele na gaveta e por lá ficou, esquecido… Isso já tem 2 meses. Mas sabe quando você tem a sensação de que o tempo de colocar a mão na massa em um projeto passou da hora? Pois foi exatamente isso o que sentir. Então, quando acordei disse: de hoje esse danado não passa!

 
E quando um projeto é bom, o que a gente faz? 
R: Compartilha! Compartilha! Compartilha! Compartilha!…
 
Bom, mas para ver se esse post cabe como uma luva para suas necessidades, eu te pergunto: Como andam suas paredes? Sem graça, sem vida, sem nada? Murchas como tomate em final de feira? Sofrendo de palidez total e absoluta?
Então eu tenho uma ótima notícia: você veio ao post certo! 
E vamos logo deixar enrolação que nenhuma parede merece o esquecimento total e absoluto por muito tempo, não é?
 
 
MATERIAIS PARA UMA TRANSFORMAÇÃO “VAPT-VUPT” NA SUA PAREDE: 
 
– Uma moldura velha (ou pode ser uma nova, você é que escolhe o quanto está a fim de gastar!);
– Papel de presente com estampa bacana (pode ser tecido, desde que este tenha a mesma característica!);
– Tinta spray (para este projeto usei branca);
– Cola (opcional)
– Tesoura ou estilete (vai da sua habilidade);
– Régua.
 
Bom, como a minha moldura estava mais pra lá, do que pra cá, tive que pintá-la. E como a minha vida funciona muito melhor com tinta spray, tasquei duas mãos nela: 
 
 
Depois da moldura seca, é fácil: corte o papel de presente. Para isso, use o fundo da moldura como base, ou uma régua, para sair tudo retinho:
 
 
Pronto! Agora é só emoldurar! Para quem quiser mais segurança, basta colar o papel recortado na base da moldura. Eu só emoldurei mesmo. 
 
Ficou tão bacana que fiz três versões (não me contive, os papeis eram lindos demais…).
Quer ver como ficaram? Lá vai:
 
 

 

 
Acabei percebendo que ficava legal também, colocá-lo apenas encostado. Então, vai a versão batizada: criado-mudo. Olha aí:
 

 

 
 
 
 
E quer saber qual foi a minha favorita?
 
Poá estilo retrô? Como não amar? 
Aprendeu? Agora é com você!
Mari.

 

 

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